São Paulo, Brazil
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5 de julho de 2012

Louco por Ti..te

Boca e Corinthians nasceram a mais de cem anos e suas torcidas praticam quase um culto religioso: fieis e populosas, de igual condição social, únicas também por contar com anti-torcida. Unidas por um ídolo (Carlitos) símbolo de raça e paixão. Iguais até no gramado (não em diplomas) com times equilibrados. O empate na Bombonera se deu graças à substituição do Tite e à estrela do reserva. A ousadia do Emerson acabou com as semelhanças, no Pacaembú.
Mantido no cargo milagrosamente após fracasso com o Tolima, o grande Tite mostrou que não precisa nem de imperadores nem de fenômenos. Mostrou a seu grupo que não existem capitães fixos. Peitou um jogador de peso (Chicão), tirou do time outro capitão, mudou de atacante, acreditou num goleiro desconhecido e num mocinho rejeitado pelo São Paulo e Palmeiras. Além de dar uma oportunidade ao zero badalado Paulinho, hoje figura e jogador de seleção. Na reta final, a sua equipe de guerreiros deixou no caminho, merecidamente, ao vice do mundo e ao hexa de América. O experiente Tite formou um grupo que entrou na história com a marca recorde de catorze partidas invictas.

Um comentário:

  1. Diego, parabéns pela matéria sobre a relação entre o meu “Todo Poderoso” Timão e o Boca!

    Somos [todos] fanáticos pelo Corinthians, o nosso maior prazer não é ganhar títulos, é ir aos estádios ver o nosso Corinthians e gritar “vai Corinthians” e quando o jogo termina gritamos “aqui é Corinthians” (independentemente do resultado).

    É esta paixão que aproxima mais a relação do Corinthians com o Boca.
    Hoje o Corinthians vive um período mágico, contudo construímos essa magia ao longo desses dois últimos anos, onde o Tite é o principal mentor.

    O Corinthians de hoje, Campeão da Libertadores e atual Campeão Brasileiro, joga de forma inusitada e diferente dos demais, possui uma característica própria. A forma de jogar do Corinthians é marcação forte e sempre, jogamos com linha de quatro sem saídas desorganizadas, todos jogam atrás da linha da bola, os jogadores do ataque também marcam e quando atacamos mostramos o quanto somos ofensivos e talentosos.

    Contudo, não há “estrelas” no time do Corinthians uma vez que a sua maior estrela esta nas arquibancadas.

    Um forte abraço.

    Ricardo Boga [“Corinthiano, maloqueiro e sofredor. Graças a Deus”]

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